Noiseyhttps://noisey.vice.com/pt_brRSS feed for https://noisey.vice.comptMon, 30 Apr 2018 20:51:53 +0000<![CDATA[Marielle Gigante]]>https://noisey.vice.com/pt_br/article/ywx8n7/marielle-giganteMon, 30 Apr 2018 20:51:53 +0000Enquanto as autoridades desvendam os responsáveis pela execução da vereadora Marielle Franco a passos de tartaruga, a sociedade civil se manifesta. Na noite de quinta (26), uma faixa com os dizeres “Marielle Gigante” foi estendida nos arcos da Lapa, convocando pro evento homônimo no Circo Voador, com apresentações de Heavy Baile, Filipe Ret, Flora Matos, BK, Planet Hemp, Bloco Apafunk e vários outros poetas e rappers periféricos.

A verba arrecadada foi destinada a quatro organizações, o Coletivo Maré Vive, o Coletivo Fala Akari, A Casa das Pretas e o Pré Vestibular Comunitário do Centro de Estudos e Ações Solidárias da Maré. Mesmo com shows espetaculares, o clima passou longe de ser apenas festa, resistência e denúncia pontuaram todos os shows, chegando ao ápice com a intervenção das Mães de Manguinhos durante o show do Planet Hemp.

Conversamos com alguns dos artistas e ativistas presentes no evento, questionando como é sobreviver numa cidade que assassina uma vereadora por defender direitos humanos.

Planet Hemp encerrou o festival chamando as Mães de Manguinhos e as famílias de outras vítimas da violência no Rio de Janeiro.

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<![CDATA[Você pode ser fã de um artista com quem não concorda]]>https://noisey.vice.com/pt_br/article/vbxavy/kanye-west-trump-twitter-concordar-artista-posicao-politicaFri, 27 Apr 2018 14:00:00 +0000O Kanye West, como antes de todo disco novo que tem lançado desde o My Beaufitul Dark Twisted Fantasy, de 2010, está causando no Twitter novamente. Porém, se há uns anos o lance dele era fazer livestreams de mais de uma hora e twittar sobre garrafas de água num avião, dessa vez o Kanye está investindo num jeito não tão carismático de divulgar seu próximo trabalho (que, segundo ele, será lançado no dia 1º de junho): mostrar seu apoio ao atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Não é a primeira vez que o rapper declara estar do lado de Trump. Em dezembro de 2016, ele fez uma visita à Trump Tower que levantou as sobrancelhas de todos os que conheciam a visão de Kanye sobre assuntos como racismo, desigualdade social e pobreza. Em 2005, o mesmo Kanye criticou o presidente George W. Bush em rede nacional pela sua resposta ao Furacão Katrina, na frase que se tornou o famoso bordão "George Bush doesn't care about black people" ("George Bush não se importa com negros.")

Com essas declarações de Kanye surgindo à tona em tempo recorde, a internet se divide como o Mar Vermelho para tomar uma posição sobre os posicionamentos polêmicos do rapper. O mais comum deles sendo, talvez, o de "como vocês continuam sendo fãs desse cara?" Posicionamento este que surge até dos próprios fãs — que, como reportado, não ficaram nada felizes com os tweets do Kanye.

Mas vamos ser claros aqui. A minha opinião sobre essa questão não é imparcial. Eu sou fã do Kanye West desde os meus 15 anos. Eu acho que todos os álbuns dele são alguns dos melhores das respectivas décadas em que foram lançados. Eu considero ele um dos maiores artistas vivos. Eu tenho a capa do 808's and Heartbreak tatuada no meu braço esquerdo. Dito tudo isso, eu não sou direita. E eu certamente não concordo que o Kanye West apoie um político machista, racista e imperialista como o Donald Trump.

Mas aí é que está: será que eu realmente tenho que concordar?

Um tempo atrás, eu escrevi um texto sobre a polêmica da música "Surubinha de Leve", em que eu formulava uma máxima com a qual ainda concordo com todo o meu coração: as mulheres consumidoras de cultura pop, em geral, têm de balancear o dilema de ter que lidar com o machismo tido como "aceitável" ou "menos agressivo." A essa sentença eu adicionaria que qualquer pessoa ao redor do globo que consome cultura, pop ou não, têm de lidar com outra grande questão discutida extensamente ao longo dos últimos anos: artistas são pessoas.

Pessoas com valores, morais, culturas e criações completamente diferentes das suas. Pessoas que nasceram em outros países, foram criadas de outras maneiras e passaram por experiências que você, talvez, nunca chegue a saber ou compreender. Pessoas com quem se você tivesse que trocar uma ideia no bar, você talvez preferisse ir embora. Pessoas muitas vezes criminosas, assassinas.

Pense de quantos artistas na sua biblioteca do Spotify você nunca ouviu alguma declaração pública ou não faz ideia de suas posições políticas e ideológicas. Isso acontece porque, no fim, o consumo da arte não é um encontro pessoal e profundo com as experiências de um artista em si, e sim com a estetização das mesmas — como aquele artista pega todas aquelas experiências das quais eu nunca ouvi falar, opiniões com as quais eu posso não concordar, e as transforma numa obra de arte que eu aprecio profundamente.

E, claro, o sentimento de identificação pode ser — e é — muito importante no consumo da arte. Talvez principalmente no rap, e talvez principalmente de pessoas negras com artistas negros, ou de mulheres com artistas mulheres. Mas talvez insistir no consumo da arte somente de pessoas com quem nos identificamos em níveis muito pessoais também coloque em xeque o objetivo da fruição da arte (e aqui eu incluo não só a música, mas também o cinema, os games, as artes visuais, e qualquer outro tipo de arte); que, afinal, não foi feita apenas para agradar ou nos segurar na nossa zona de conforto, mas justamente para incomodar e nos tirar das caixinhas em que nós nos colocamos tão frequentemente e, por vezes, sem pensar muito a respeito.

O próprio Kanye tratou desse assunto em alguns tweets:

"Sempre que alguém me diz a palavra 'fã',é de um jeito super manipulador. É tipo 'não diga ou faça isso por causa dos seus fãs.' Meus fãs são fãs deles mesmos."

"E todo fã meu quer que Ye seja Ye mesmo quando eles não concordam, porque eu represento o fato de que eles podem ser eles mesmos mesmo quando as pessoas não concordam com eles."

Kanye pode estar falando besteira quando comenta seu apoio de Trump, mas com esses tweets ele pode estar certo. Ser fã de um artista que dissemina opiniões com as quais você não concorda não necessariamente significa disseminar essas mesmas opiniões, a não ser que você mesmo tome essa decisão. E, por fim, consumir arte que não representa seus posicionamentos políticos e ideológicos quer dizer, no máximo, que você está aberto o bastante para passar por uma experiência estética que esteja fora da sua bolha.

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<![CDATA[A programação especial da quinta-feira do Bananada celebra o rock de garagem]]>https://noisey.vice.com/pt_br/article/wj73zx/bananada-festival-programacao-especial-rock-garagemThu, 26 Apr 2018 21:50:32 +0000Além do lineup já divulgado da edição de 20 anos do Bananada, o festival goiano adiciona mais uma programação especial às suas comemorações na quinta-feira, quarto dia de festival. Com bandas como Rios Voadores, Bratislava e Dead Fish, o dia 10 de maio será dedicado a celebrar o rock de garagem e acontecerá num espaço fechado que vai emular para os espectadores a experiência de estar de fato numa garagem.

Além das bandas de rock, em que se incluem Overfuzz e Luneta Mágica, a quinta-feira também contará com apresentações do rapper paulistano Rashid, a cantora Nina Fernandes, e DJ sets da DJ Donna e Marcos Queyroz.

A programação acontece no pátio externo no Passeio das Águias Shopping e sua meia-entrada custa R$ 20 (o evento é gratuito pros compradores dos ingressos Banana Ouro e Banana Prata). Você pode ver mais informações no site do Festival Bananada e comprar ingressos aqui.

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<![CDATA[Os 100 melhores discos internacionais de 2017]]>https://noisey.vice.com/pt_br/article/vbyvq4/melhores-discos-2017-internacionaisTue, 09 Jan 2018 19:00:00 +0000Compartilhamos aqui os nossos 100 discos favoritos de 2017, escolhidos pela equipe Noisey global. Você pode ouvir algumas faixas desses na Apple Music e Spotify. Confira também: As 100 melhores músicas de 2017.

Há uma espécie de solidão em especial que afeta jovens no mundo atual. Ter acesso ilimitado a tudo e todos a qualquer momento muitas vezes serve apenas para ampliar o silêncio, fazendo com que relacionamentos — possíveis, fracassados e passados — pareçam ainda mais confusos, de forma que se sentir culpado pela falta de conexões emocionais é mais comum do que se imagina (se você sofre para criá-las mesmo com todos aos redor a um clique de distância, o problema é com você, certo?). Além do que, fica muito mais fácil fugir de encarar certas coisas, criando um ambiente que pode ser resumido neste tuíte. Ctrl, sendo assim, é uma obra de arte nascida no meio de um campo minado.

Ao longo do álbum, a jovem de 28 anos SZA não enrola, independente do tema. Desejo, vingança, romance, autoimagem e ansiedade se juntam na mais poderosa demonstração de vulnerabilidad desde Blond(e), de Frank Ocean. Mas diferente desse disco, Ctrl não se utiliza de subterfúgios: não há cortina para SZA se esconder, ficando no meio dos holofotes, falando de forma direta. Ela não poupa palavras ao falar de seu histórico sexual e os papeis dos envolvidos, incluindo, especialmente, ela mesma.

O disco começa com um barulho de papel sendo rasgado e amassado, com uma voz dizendo “esse é meu maior medo — perder o controle ou não ter controle, coisas que seriam, sabe... Eu seria fatal”. É uma declaração de intenções clara, ainda que sutil. A narradora poderia estar rasgando qualquer coisa — uma carta recebida, uma carta que não foi enviada — ou então abrindo um envelope — algo documentado ou abrindo a si mesma. De qualquer forma, tal ação é demonstrada de forma decisiva: a narradora escolheu rasgar algo e começar de novo, tomar controle sobre uma coisa descartá-la; elementos externos tornam-se secundários.

Ctrl é tanto uma investigação de quem é SZA quanto um posicionamento. Na faixa inicial “Supermodel” ela canta sobre dormir com um amigo de um ex enquanto vingança. Em “Garden (Say It Like Dat)” ela admite precisar de atenção e afirmação para se sentir bem consigo mesma. Em “Normal Girl” ela deseja ser diferente (“type of girl you take home to your mama”), talvez não como a garota complicada que ela afirma ser em outros momentos no disco. “I really wish I was a normal girl”, vocalizando a insegurança que muitas mulheres engolem ao se sentirem indesejadas ou inconvenientes.

Por mais que hajam incontáveis momentos em que SZA soa confiante, dona de si, Ctrl se destaca ao ela admitir suas fraquezas e falhas. Assim como a destreza com que o disco brinca com R&B, soul e indie de maneira que impede sua categorização, o que o torna único é sua voz, o que o torna belo é sua força. Trata-se de um álbum que soa como se pudesse ter vindo de alguém que refletiu tanto sobre algo que chegou ao ponto da aceitação. Mulheres sofrem duro escrutínio — na vida em geral e como figuras públicas — mas muitas vezes a voz que mais machuca é a nossa. Ouvir SZA passar por tudo isso e não apenas se expondo, mas se aceitando, mesmo ao desejar ser diferente, é essencial e inestimável. — Emma Garland

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<![CDATA[O sonho afro-americano de Xênia França]]>https://noisey.vice.com/pt_br/article/xwg7qd/o-sonho-afro-americano-de-xenia-francaFri, 29 Sep 2017 19:59:44 +0000 Quando entrou na adolescência em Camaçari, no interior da Bahia, Xênia França teve o que ela considera a sua primeira experiência artística: entrou para uma fanfarra. Era a comandante — ou a "mór", como é conhecida a pessoa que rege os músicos do conjunto — do seu grupo e, por causa disso, vestia uma jaqueta especial para se destacar dos outros integrantes. Foi a primeira vez que Xênia ocupou o lugar que ela sempre acreditou ser seu por direito: o lugar de comando. "Fiquei uns três anos nessa função, à frente da banda", conta a cantora baiana radicada em São Paulo. "Acho também que foi a minha primeira experiência empoderadora fora da minha casa."

Para tentar reviver esse até então inédito sentimento de poder, Xênia resolveu vestir um casaco que remete àquele seu uniforme da fanfarra usado na juventude na capa do seu disco de estreia, Xenia, lançado nesta sexta-feira (29) sob o selo da Natura Musical. "Fazia muito sentido que eu trouxesse isso para a capa, porque meu álbum fala sobre empoderamento. Ele fala sobre essa tomada de consciência sob o poder que a gente — principalmente mulher negra — tem", explica. "E esse momento da minha adolescência me ajudou a entender o meu poder, que foi se moldando até desembocar no momento de agora, na minha pessoa como artista hoje, com 30 anos de idade.

Quando era criança, Xênia nunca se identificou com os personagens negros retratados nos programas de televisão brasileiros. Só com a Glória Maria — o que a fez até pensar em seguir uma carreira de jornalismo, mas acabou desistindo. Na TV, o que ela gostava mesmo era de assistir aos filmes norte-americanos com protagonistas negros, principalmente os do Eddie Murphy. "Eu jurava que era americana. No Brasil, nós [negros] éramos e ainda somos colocados em papéis inferiores na televisão. Eu não me via naquilo. Me via no [filme] 'Um Príncipe em Nova York', isso sim", contou a cantora, que passava horas em casa lendo o dicionário de inglês e sempre sonhou em se mudar da cidade em que cresceu (Xênia nasceu em Candeias, também na Bahia). "Fiz até a minha mãe me matricular num curso de idioma, pra você ver como eu era."

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<![CDATA[Rimas & Melodias e a voz coletiva das mulheres negras]]>https://noisey.vice.com/pt_br/article/43awwn/rimas-melodias-epFri, 15 Sep 2017 17:15:00 +0000Em 2014, a Beyoncé usou uma parte do discurso "We Should All Be Feminists" ("Todos deveríamos ser feministas", em português), extraído do TED Talks da escritora e ativista feminista nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie, como sample em "Flawless", faixa do seu penúltimo disco, o BEYONCÉ. Com o trecho de Chimamanda explicando o conceito do termo "feminista", a música se tornou um "hino pop" e ainda influencia boa parte do movimento feminista pós-2015.

Um reflexo direto dessa influência aqui no Brasil foi o que o Rimas & Melodias — projeto que começou como um cypher de sete minas já conhecidas do neo-soul e do hip-hop paulistano em 2015 mas logo se transformou num supergrupo musical — fez em "Manifesto/Pule, Garota", faixa que fecha o seu EP de estreia, lançado nesta sexta-feira (15): o grupo convidou a filósofa e pesquisadora feminista negra Djamila Ribeiro para recitar alguns versos no final da música. "Com certeza, 'Flawless' foi uma referência, mas nós resolvemos fazer diferente" explica a rapper e cantora Tássia Reis, uma das sete integrantes do R&M. "Na música da Beyoncé, era sample. Já na nossa, a gente teve a honra de receber a maravilhosa Djamila no estúdio para gravar suas incríveis palavras, escritas especialmente para a nossa faixa."

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<![CDATA[Luccas Carlos, o último romântico]]>https://noisey.vice.com/pt_br/article/a334x4/luccas-carlos-o-ultimo-romanticoFri, 25 Aug 2017 20:12:02 +0000O Luccas Carlos é, antes de tudo, um cara romântico. Mas não daqueles pegadores, que saem pegando todo mundo na noite, pra todo mundo ver. O Luccas — ou Caslu — é mais na dele. "Eu tento ser bem reservado na minha vida pessoal, das meninas que eu fico. Tento ficar não me expondo muito", se explicou o rapper carioca de 23 anos. "Mas eu gosto de falar [nas músicas] sobre relacionamento. É um negócio que às vezes eu tento escapar, mas acabei trazendo muito comigo desde sempre". De fato Um, seu EP de estreia que saiu em março de 2017 pelo selo Pirâmide Perdida, traz sete músicas, e o conjunto da obra versa sobre as etapas de um lance amoroso que dura exatamente uma noite. "Começa com o processo de paquera, depois eu dando certo com a mina e, por último, a separação", disse Luccas. "Na verdade, o EP faz um loop, porque é como se esse esquema ficasse se repetindo noite após noite."

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a334x4Beatriz MouraEduardo RobertoEntrevistasPerfilLuccas Carlos
<![CDATA[O que o meu pai acha do meu som?]]>https://noisey.vice.com/pt_br/article/ywwgak/dia-dos-pais-resenhas-paternasSat, 12 Aug 2017 17:00:00 +0000Pode ser que o seu pai tenha ido em todos os botecos mais pé-de-chinelo da sua cidade pra ver os primeiros shows da sua banda. Pode ser que ele tenha comprado sua primeira guitarra, pago suas aulas e aguentado você tocando no quarto até altas horas. Pode ser até que ele tenha todos os seus CDs, compartilhe fotos de você tocando no Facebook dizendo "meu filhão!!" e se gabe pros amigos dizendo que o filho dele é músico. Mas você sabe o que o seu pai realmente acha do seu som?

Buscando resenhas sinceras, nós aqui do Noisey fomos atrás de conseguir relatos dos pais de músicos sobre o som deles. Acho que podemos dizer que, se dependesse deles, a cobertura seria bem chapa-branca. Mas descolamos boas histórias de qualquer maneira.

Confira abaixo, e não se esqueça de desejar um feliz dia dos pais pro seu paizão.

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ywwgakAmanda CavalcantiEduardo RobertoRaktaresenhasfamiliaséculos apaixonadosDia dos PaisRaffa Moreiraema stonedsentidorFábio de Carvalhoflipdeb and the mentalscarlos do complexo
<![CDATA[Acompanhamos o ensaio do Emicida com o Fióti e o Rael pro Coala Festival]]>https://noisey.vice.com/pt_br/article/8xxaap/emicida-fioti-rael-coala-festival-ensaioFri, 11 Aug 2017 23:00:01 +0000Faz mais ou menos uns 11 anos que os irmãos Emicida e Fióti são parças do Rael: foi na Rinha dos MC's — batalha de rimas criada pelo Criolo e seu parceiro DJ DanDan — que o trio se conheceu. "O Leandro (Emicida) colava lá pra rimar e o Evandro (Fióti) ia junto, mas ficava quieto, só assistindo tudo", contou o ex-integrante do grupo Pentágono durante um ensaio dos três que o Noisey acompanhou, na última quarta-feira (9).

Foi no Estúdio Loop, localizado na Vila Madalena, zona oeste de São Paulo, que Emicida, Rael e Fióti se reuniram para preparar os toques finais para o show do próximo sábado (12), no Festival Coala 2017, que acontece no Memorial da América Latina, na capital paulista. É a primeira vez desde que o Fióti lançou seu EP de estreia, o samba-rock Gente Bonita (2016), que o três vão se apresentar nessa formação. Além das músicas do últimos discos do trio — Sobre Crianças, Quadris, Pesadelos e Lições de Casa.. (2015), do Emicida e Coisas do Meu Imaginário (2016), do Rael —o show deve contar com músicas das antigas, com os três tocando juntos.

Foto: Larissa Zaidan/VICE

"Desde a primeira mixtape [do Emicida, Pra Quem Já Mordeu um Cachorro até que Eu Cheguei Longe (2009)], a gente toca junto. Então, temos bastante repertório para apresentar no sábado", disse Rael. "Agora que o Fióti [que sempre assumiu mais o papel de empresário do selo Lab Fantasma, pelo qual saem os trabalhos dos três artistas] resolveu voltar a ser artista, então…", brincou Emicida.

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<![CDATA[Pabllo Vittar cruzou a marca dos 100 milhões de views no YT]]>https://noisey.vice.com/pt_br/article/433dkm/pabllo-vittar-cruzou-a-marca-dos-100-milhoes-de-views-no-ytFri, 11 Aug 2017 19:52:53 +0000 Pabllo nasceu Phabullo, mas o mundo a conheceu Vittar. A diva que lacra desde 2015, quando soltou "Open Bar", quebrou a internet mais uma vez nesta sexta (11). O clipe de "K.O.", lançado em abril, ultrapassou os 100 milhões de views — uma marca nunca antes alcançada por uma drag.

Pabllo, que em janeiro lançou seu primeiro disco, Vai Passar Mal, já tinha visto "Todo Dia" virar o hit do Carnaval brasileiro 2017. Sim, o som que esteve no centro da treta de direitos autorais com Rico Dalassam.

Mas nada deve parar a Pabllo. "K.O." já foi ovacionado pelas também drags Shangela, Juju Bee e Laganja Estranja, ex-participantes do reality RuPaul's Drag Race. As divas publicaram um lip sync ao som do arrocha de Vittar. E até o MC Kevinho arrochou ao som da Pabllo no seu show no YouTube FanFest 2017.

A cantora que hitou junto com Anitta e Major Lazer no single 'Sua Cara', recentemente assinou com a Sony Music Brasil, com a promessa de lançar dois álbuns, sendo um deles para 2018.

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